domingo, 2 de setembro de 2012

CORRER PRA LÁ


Bienal de São Paulo chega à 30ª edição renovada



A Bienal de São Paulo chega à sua 30.ª edição de forma renovada, apesar das dificuldades de percurso que quase inviabilizaram sua realização. Com um amplo número de obras, cerca de três mil, criadas por 111 artistas, e um projeto curatorial consistente, idealizado pelo venezuelano Luis Pérez-Oramas, a abertura da mostra se desdobrará em três momentos ao longo desta semana. Na terça, será a vez dos convidados; quarta e quinta, o pavilhão estará reservado para eventos do serviço educativo. E na sexta-feira, no feriado de 7 de setembro, os portões da Bienal serão abertos para o público.

COMO SE LÊ UM POEMA ( POR OCTAVIO PAZ)


sexta-feira, 31 de agosto de 2012

AINDA O PESSIMISTA (OU REALISTA?!) FERNANDO PESSOA

"O cansaço de todas as ilusões e de tudo que há nas ilusões - a perda delas, a inutilidade de as ter, o antecansaço de ter que as ter para perdê-las, a mágoa de as ter tido, a vergonha intelectual de as ter tido sabendo que teriam tal fim."
(Fernando Pessoa como Bernardo Soares)

DESPEDAÇAR-SE




"Quanto mais me despedaço, mais fico inteira e serena."
(Cecília Meireles)

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

A NOTÍCIA PARECE SER CHATA MAS MERECE SER LIDA

ENQUANTO SE CONSTROEM MODERNÍSSIMOS ESTÁDIOS DE FUTEBOL...



Sem obras, Biblioteca Nacional corre risco

Problemas estruturais ameaçam acervo de instituição criada por d. João VI no Rio de Janeiro

29 de agosto de 2012 | 0h 30


Falta de ar-condicionado, fachada deteriorada, gambiarras, rachaduras em paredes e pisos. São alguns dos problemas da centenária sede da Biblioteca Nacional (BN), no centro do Rio. A série de projetos de restauração tocada pela direção não diminui a apreensão de quem trabalha em um dos únicos edifícios históricos da Cinelândia que ainda não passaram por reforma.

Por causa da deterioração, um pedaço da fachada do prédio centenário chegou a despencar na calçada movimentada.
"É um prédio de cem anos sem manutenção. Trabalho desde 1982 e nunca vi obra estrutural, só estética, e no início dos anos 1990", conta o chefe da Divisão de Obras Gerais, Rutonio Sant’Anna, que presidiu a associação de servidores por seis mandatos. "Estantes de metal dão choque. É tudo cheio de gambiarra, benjamim, muito perigoso. Acima de tudo, está a vida das pessoas e o patrimônio do País."
Criada há 200 anos por d. João VI com parte do acervo da família real trazido de Portugal, a instituição, muito procurada por estudantes e pesquisadores, recebe cópias de todos os jornais e livros publicados no Brasil (são 100 mil volumes por ano).

(Fonte: Estadão.com)